Por coletivo de repórteres Boto no evento

Para chacoalhar o esqueleto, a programação do III Mutak ofereceu no primeiro dia, antes da festa de abertura, uma oficina de dança de carimbó tradicional.

Marcele Santos, nascida em Belém e moradora Alter do Chão, é professora de dança de carimbó já conhecida na vila.

A oficina reuniu em torno de vinte jovens, crianças e adultos, da comunidade e turistas, que suarama camisa e rodaram a saia ao som to curimbó e à luz de um lindo sol poente.

Marcele ficou extremamente feliz com os resultados, e celebrou: “pude ensinar os passos da dança, reverenciar os mestres e contar um pouco da história do carimbó tradicional, que é Patrimônio Cultural Brasileiro!”.

O que é MUTAK?

A Mukameẽsawa Tapajowara Kitiwara (MUTAK) é o nome originalmente escrito em Nheegatu, que significa em português: “Mostra de Arte Indígena do Baixo Tapajós”, valorizando a língua nativa local. A mostra é uma ação de fortalecimento e resgate cultural indígena, de proteção da memória e ancestralidade dos povos da região e de valorização de suas artes e ofícios

III MUTAK acontece nos dias 27 e 28 de julho em Alter do Chão, reunindo 13 povos originários dos municípios de Aveiro, Belterra e Santarém: os indígenas Apiaka, Arapiun, Arara Vermelha, Borari, Kara-Preta, Jaraki, Kumaruara, Munduruku, Maytapú, Tapajó, Tapuia, Tupinambá e Tupaiú.

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