Por Vândria Borari

Brasília sentiu a força e a cultura das mulheres indígenas. Entre os dias 9 a 13 de agosto, cerca de três mil mulheres de todos os cantos do país, de mais de 113 povos, participaram da primeira Marcha das Mulheres Indígenas.

@mariana_freit4s/Cobertura Colaborativa

Direito, empoderamento, jenipapo e urucum. As mulheres marcharam com pinturas no corpo, lutando com delicadeza e força. Cantos e danças mostraram a riqueza da nossa história e diversidade da nossa cultura. 

@Mídia Índia

O tema do encontro foi “Território: nosso corpo, nosso espírito”. A marcha nacional surge em defesa da mãe terra, do direito à proteção dos nossos territórios, dos direitos dos nossos filhos, nossas famílias das presentes e futuras gerações. Em respeito aos nossos avós e aos antepassados deles também.

@Midia India

Uma das principais reivindicações das mulheres foi sobre a ameaça da legalização de garimpos em terras indígenas, mudança de lei defendida por Bolsonaro. Assim como, que seu direito de autodeterminação seja respeitado, na participação e na construção de políticas publicas conforme seus costume e tradições.  

O evento finalizou com a Marcha das Margaridas, com as mulheres indígenas e não indígenas. Juntas deixaram seu recado ao governo e ao mundo. Todas em defesa do direito da mulher, do direito ambiental, do direito indígena, da saúde e da educação.

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